Nossos Colaboradores

Alessandra Castro
Escritora, autora do livro Registros de uma CROHNista e do blog Desafogamentos. Voluntária da ALEMDII - Associação do Leste Mineiro de Portadores de DII. Fundadora da AMDII - Associação Mineira de portadores de DII. Mineira, 48 anos, Enfermeira, mãe, portadora de Doença de Crohn há 18 anos e ostomizada em definitivo há 12 anos.
Alessandra de Souza
Membro do Biored Brasil, Parceira do Projeto de Gastronomia na Promoção da Sáude/UFRJ, Voluntária do blog Artrite Reumatoide, RecomeçARRJ, ALEMDII, AAPODII e DIISC. Farmacêutica, influenciadora digital da saúde, casada e mãe da Sophia. O diagnóstico da doença de Crohn motivou-me a criar o blog www.farmale.com.br para compartilhar informações sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais e para sair do virtual, promovo e participo de eventos onde o foco é o empoderamento de pacientes.
Dayane Ferreira de Melo
Dayane Ferreira de Melo, 29 anos, casada, natural de Laguna (SC), vive há 22 anos em Florianópolis. Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber no canal Compartilhando a AR, redatora, colunista no Blog Artrite reumatoide, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 8 anos, patient advocacy, desenvolvedora do aplicativo Meu Reumato Favorito, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
João Batista Pereira da Silva (JBFloripa)
53 anos, casado com Rejane, morador de São José há 47 anos. Voluntário nas Comunidade CMS Joomla e Transifex/OpenTranslattors, atuando como desenvolvedor e tradutor de componentes e plugins para Sistemas CMS. Criador e administrador do Canal Joomla pra Quem não é de TI e do Projeto Inclusão Digital. Trabalha na Celesc há 30 anos, atuando como analista de sistemas com foco em sistemas e ambientes de internet.
Maria Paula
Meu nome é Maria Paula, tenho 34 anos, sou mãe, trabalho na área da saúde, sou portadora de doença de Crohn, e outras doenças auto-imunes, tenho as manifestações extra intestinais da doença eu e ele somos amigos desde 2013. Desde então tenho uma vida diferente, não digo limitada, pois não me sinto limitada, não vejo a doença como algo ruim, eu costumo tirar proveito das situações e levo para um lado mais positivo, e acabei respondendo os meus porquês?! Ah, por que estou doente, por que vou ficar sem comer isso ou aquilo, enfim não deixei esses porquês dominar a minha mente e levar a uma depressão rodeada de tristezas e duvidas.
Associação de Pessoas com Doenças Inflamatórias Intestinais de Santa Catarina

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